Close Menu
Porto Ferreira ONPorto Ferreira ON
  • Home
  • Porto Ferreira
  • Brasil
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Contatos
Últimas notícias

Jogo Grátis: GOG fica com jogo de terror grátis

Abril 26, 2026

Congresso do PT debate plano de governo de Lula e multilateralismo

Abril 25, 2026

Metrópoles Endurance: especialista explica os benefícios do ciclismo. Faça a sua inscrição!

Abril 24, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas notícias
  • Jogo Grátis: GOG fica com jogo de terror grátis
  • Congresso do PT debate plano de governo de Lula e multilateralismo
  • Metrópoles Endurance: especialista explica os benefícios do ciclismo. Faça a sua inscrição!
  • Metrópoles Endurance Ciclismo: competição terá seletiva para seleção brasiliense. Faça sua inscrição!
  • PEC da 6×1 gera disputa na Câmara, mas Motta deseja apoiador na relatoria
Facebook
Porto Ferreira ONPorto Ferreira ON
Topo Correio
  • Home
  • Porto Ferreira
  • Brasil
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Contatos
Porto Ferreira ONPorto Ferreira ON
Home»Brasil»Dino vota depois de Moraes pedir condenação de Bolsonaro e apoiadores
Brasil

Dino vota depois de Moraes pedir condenação de Bolsonaro e apoiadores

Setembro 12, 2025
dino-vota-apos-moraes-pedir-condenacao-de-bolsonaro-e-aliados
Dino vota após Moraes pedir condenação de Bolsonaro e aliados
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), é o segundo a votar na próxima terça (9/9) em julgamento da Primeira Turma que trata da suposta trama golpista para a manutenção no poder do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Dino se manifesta depois de o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, votar através da condenação de Bolsonaro e mais sete réus do núcleo 1.

Em seu voto, Dino iniciou: “Esse julgamento não é um julgamento das Forças Armadas. Lamentamos que haja pessoas que estão sujeitas a este julgamento, mas não se cuida de julgamento de Forças Armadas”. Avaliou ainda que “não é normal que a cada 20 anos nós tenhamos eventos de tentativa ou de ruptura do tecido constitucional”.

Além de Bolsonaro, Moraes votou através da condenação de: Alexandre Ramagem; Almir Garnier; Anderson Torres; Augusto Heleno; Mauro Cid; Paulo Sérgio Nogueira; e Walter Braga Netto. Em seu voto, o ministro relator classificou Bolsonaro como chefe de uma planejamento criminosa que tentou voto golpe de Estado.

Acompanhe aqui a cobertura do julgamento:

Crimes imputados através da PGR aos réus da trama golpista: Planejamento criminosa armada. Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Golpe de Estado. Dano instruido através da violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima (com exceção de Ramagem). Deterioração de patrimônio tombado (com exceção de Ramagem). Os crimes atribuídos a Alexandre Ramagem – deterioração de patrimônio tombado e dano instruido – foram suspensos por terem ocorrido depois de a diplomação, atendendo parcialmente ao pedido da Câmara dos Deputados. Em mais de cinco horas de explanação do seu voto no julgamento da chamada trama golpista, o relator do caso, ministro Moraes, fez um resumo da ação penal aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete apoiadores. Ele detalhou, de forma cronológica, inclusive com uso de organogramas, o papel de Bolsonaro, destacado como chefe da planejamento criminosa, e dos réus na tentativa de golpe de Estado.

“Esse julgamento não discute se houve ou não tentativa de golpe, se houve ou não tentativa de abolição ao Estado de Direito. O que se discute é a autoria. Não há nenhuma dúvida nessas todas condenações (anteriores) de que houve tentativa de abolição, que houve tentativa de golpe, que houve organização criminosa”, ressaltou o ministro, o primeiro dos cinco ministros da Primeira Turma do STF a proferir seu voto.

Já no começo da tarde, o ministro relator ressaltou em seu voto uma resposta a indagações das defesas dos réus: “A tentativa consuma o crime. Todos esses atos executórios, desde junho de 2021, até este momento, e prosseguindo até 8/1 2023, foram atos que consumaram golpe de estado. Não consumaram o golpe, mas não há necessidade de consumar o golpe”. Leia também Brasil Voto de Moraes marca a retomada do julgamento de Bolsonaro no STF Brasil Dino descumpre combinado, Fux reclama e Moraes diz: “Pedido a mim” Brasil Moraes sobre reunião com embaixadores: “Maior entreguismo nacional” Brasil Flávio Bolsonaro sobre julgamento no STF: “Linchamento judiciário” A Primeira Turma do STF reiniciou, na próxima terça (9/9), o julgamento de Bolsonaro. Nenhum dos oito réus acompanham o julgamento no STF. Às 12h38, Moraes pediu 10 minutos de recesso. A sessão foi retomada às 12h53.

O ministro colocou Bolsonaro como chefe da “organização criminosa” responsável através do golpe de Estado, inclusive apresentando um organograma.

“O réu Jair Bolsonaro deu sequência a essa estratégia golpista estruturada pela organização criminosa, sob sua liderança, para já colocar em dúvida o resultado das futuras eleições, sempre com a finalidade de obstruir o funcionamento da Justiça eleitoral, atentar contra o Poder Judiciário e garantir a manutenção do seu grupo político no poder, independentemente do resultado das eleições”, destacou Moraes.

Moraes seguiu: “Nós estamos esquecendo aos poucos que o Brasil quase volta a uma ditadura que durou 20 anos porque uma organização criminosa constituída por um grupo político não sabe perder eleições. Uma organização criminosa, liderada por Jair Bolsonaro, não sabe o que é o princípio democrático de alternância de poder. Quem perde vira oposição e disputa as próximas eleições”.

“Nem os mais pessimistas podiam esperar que o que estava sendo planejado, sob o codinome punhal verde e amaraelo, seria o assassinato do presidente e vice eleitos e do então presidente do TSE, eu mesmo”, afirmou Alexandre de Moraes. Delação de Mauro Cid Moraes reforçou a legitimidade da delação feira através do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid. “Colaborações premiadas não são de exclusividade do MP. O STF já decidiu que a colaboração premiada é um meio de obtenção de prova, por isso, a polícia também tem o direito de realizar a delação com o colaborador”, afirmou. “Não há vício no acordo ser realizado entre a polícia e o colaborador (Cid)”, completou.

Segundo Moraes, “as defesas insistem e confundem os oito primeiros depoimentos com oito delações contraditórias. Isso foi reiteradamente dito aqui como se fosse a verdade. Isso beira a litigância de má-fé”.

10 imagens1 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto3 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto4 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto5 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto6 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto7 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto8 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto9 de 10

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto10 de 10O ministro Alexandre de Moraes, do STF, usa imagens para definir a hierarquia da suposta trama golpista

Reprodução/STF O ministro também citou ameaças feitas por Bolsonaro. “Todos se recordam em uma grande crise institucional em relação ao Poder Legislativo foi criado quando o então presidente, hoje réu, em seus discursos, tanto no discurso no 7 de Setembro, em Brasília, quanto na Paulista, realizou várias ameaças e afirmou categoricamente que descumpria ordens judiciais”, acrescentou.

Conforme Moraes, o ex-presidente agiu “instigando várias pessoas e pelas redes, instigou contra o Poder Judiciário, contra o STF, contra seus ministros, o que fez que o STF aumentasse sua segurança — por determinação do ministro Luiz Fux”.

O ministro analisa se existe material probatório suficiente para condenação, se precisam ser aplicados agravantes, que podem aumentar a pena. Bolsonaro, por exemplo, é destacado como chefe de planejamento criminosa, o que pode ampliar o tempo de pena.

Todos os oito réus são acusados de atuar contra a ordem democrática. Sete integrantes do núcleo de Bolsonaro respondem a cinco crimes. Sendo que o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) responde a três.

9 imagens1 de 9Ex-presidente Jair Bolsonaro e ministro Alexandre de Moraes

Igo Estrela/Metrópoles2 de 9O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

Hugo Barreto/Metrópoles3 de 9Ministro Flávio Dino

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto4 de 9Eduardo Bolsonaro festejou atuação de Luiz Fux

Vinícius Schmidt/Metrópoles5 de 9Ministra Cármen Lúcia

STF6 de 9Ministro Cristiano Zanin, do STF

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto7 de 9Paulo Gonet aponta Bolsonaro como chefe do grupo que tentou executar um golpe de Estado em 2022

Antonio Augusto/STF8 de 9Reforço policial na Primeira Turma do STF

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto9 de 9Bolsonaro a varanda de sua casa

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto  

 

Depois de Dino, o ministro Luiz Fux deve votar apenas na quarta-feira (10/9). Neste dia, o julgamento começa também às 9h (mas encerra-se às 12h). O Metrópoles apurou que a oportunidade de haver pedido de vista na ação penal é remota, particularmente por parte do ministro Luiz Fux que, em outras ocasiões, divergiu de Moraes em pontos do processo — sobretudo em relação às versões da delação de Mauro Cid, foco central das defesas nos últimos dois dias. E ainda sobre a competência da Turma para julgar o caso.

Fux deve tomar boa parte da quarta-feira (10/9) para proferir seu voto, que deve divergir de Moraes, principalmente do que diz respeito às penas impostas para cada crime confirmado.

Em seguida, votam Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Ambos ministros terão os dias 11 e 12, das 9h às 19h, para votar. Quando todos os ministros concluírem suas considerações sobre preliminares e mérito, será feita a dosimetria da pena, um tipo de ajuste dos votos de cada ministro para saber qual será a imputação a cada réu.

Dê uma olhada os réus do núcleo crucial Alexandre Ramagem: ex-diretor da Abin, ele é acusado através da PGR de atuar na disseminação de notícias falsas sobre fraude nas eleições. Almir Garnier Santos: ex-comandante da Marinha, ele teria apoiado a tentativa de golpe reunidos com comandantes das Forças Armadas, na qual o então ministro da Defesa apresentou minuta de decreto golpista. De acordo com a PGR, o almirante teria colocado tropas da Marinha à disposição do plano. Anderson Torres: ex-ministro da Justiça, ele é acusado de assessorar juridicamente Bolsonaro na execução do plano golpista. Um dos principais indícios é a minuta do golpe detectada na casa de Torres, no mês de janeiro de 2023. Augusto Heleno: ex-ministro do GSI, o general participou de uma live que, segundo a denúncia, propagava notícias falsas sobre o sistema eleitoral. A PF também localizou uma agenda com anotações sobre o planejamento para descredibilizar as urnas eletrônicas. Jair Bolsonaro: ex-presidente da República, ele é destacado como chefe da trama golpista. A PGR sustenta que Bolsonaro comandou o plano para se manter no poder depois de ser derrotado nas eleições e, por isso, responde à qualificadora de liderar o grupo. Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso. De acordo com a PGR, ele participou de reuniões sobre o golpe e trocou mensagens com conteúdo relacionado ao planejamento da ação. Paulo Sérgio Nogueira: ex-ministro da Defesa, ele teria apresentado aos comandantes militares decreto de estado de defesa, redigido por Bolsonaro. O texto previa a criação de “Comissão de Regularidade Eleitoral” e buscava anular o resultado das eleições. Walter Souza Braga Netto: é o único réu detido entre os oito acusados do núcleo central. Ex-ministro e general da reserva, foi detido no mês de dezembro do ano passado por suspeita de obstruir as investigações. De acordo com a delação de Cid, Braga Netto teria entregado dinheiro em uma sacola de vinho para financiar acampamentos e ações que incluíam um plano para matar o ministro Alexandre de Moraes.  

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email

Notícias relacionadas

Congresso do PT debate plano de governo de Lula e multilateralismo

Abril 25, 2026

PEC da 6×1 gera disputa na Câmara, mas Motta deseja apoiador na relatoria

Abril 24, 2026

Motta deve anunciar comissão especial sobre a escala 6×1 nesta 4ª

Abril 23, 2026
Anuncie conosco!
Não perca!

Deputado David Soares apresenta PL que cria centros de acolhimento para idosos

Abril 21, 2026

Guarda Civil Municipal de Porto Ferreira apreende mais de 4,5 mil porções de drogas em ‘operações’

Abril 12, 2026

Do bordado ao turismo: SP Produz transforma vocações em desenvolvimento na área Central

Março 26, 2026

GCM de Porto Ferreira apreende mais de 2,4 mil porções de drogas em diferentes bairros

Março 20, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos
2026 Porto Ferreira ON - Sua central de notícias de Porto Ferreira e região.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.